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Este blog é destinado a Casais Liberais e que apreciam relacionamentos bissexuais.

Nosso blog foi criado para divulgar o tema, porém muitas pessoas estão utilizando para propaganda pessoal e divulgação de seu telefone ou blog. Nunca fomos contra mas já está se tornando abusivo.. divulgar um blog é dificil, e se utilizar de outros para tal é no mínimo falta de ética!! Caso isso persista, também teremos que mudar nossas atitudes!! Grato

domingo, 15 de dezembro de 2013

Amigos do marido "judiando" da esposinha safada..

2 comentários:

  1. Parece maldade mas, conheço uma dona que só gosta da coisa, digamos, violenta. O problema é que o marido não consegue se 'libertar', entendem ? Sim, nem todo homem é safado com mulher. E nem todo homem é safado com a esposa. Sei lá, dizem que a educação recebia, mãe repressora...
    E a vida vai passando. Ela, a dona rabuda, no início, ficou até irritada com os olhares maldosos de outros machos para bunda dela e não há jeito. Nenhuma roupa esconde o imenso e belo bundão. Na praia, até de pau duro já viu muitos homens. Assustou-se com os bens dotados. Mas o casamento ia bem e o maridão comparecia. Até, lá, na bunda. Mas cadê a pegada ? Cadê a fantasia ? E ele só pegava de leve e fodia até dar uma gozada chinfrim... Fazia por fazer, por ser brasileiro - tremenda besteira -, pela 'preferência nacional' - uma verdade agora posta a prova pelos americanos - e porque achava que assim, ela fosse ficar tranquila. Bom, os filhos vieram e cresceram. Os machos da rua a passar cantadas indecorosas para a morena rabuda, mais rabuda do que nunca. Passou a gostar das cantadas. Depois, a sonhar com os machos que deram as cantadas mais safadas. descobriu que os mais safados eram aqueles que não moravam na vizinhança.Os da vizinhança eram mais educados. Por favor, não entendam mal. Os machos mais safados devem ser machos educados nas vizinhanças deles, claro... Mas nada na vida é exato. O maridão comparecia mas a coisa era 'mecânica' e até no escuro ! Contou quantas trepadas dava no mês já que estava com 42 anos e achava aquilo beirando a humilhação. 2 trepadas por mês. Mais de 3 meses sem passar pela bunda dela.
    Um dia, um negro forte, alto, com mais de 50 anos, passando por ela - e ela estava num belíssimo jeans azul claro, apertadíssimo, mostrando suas belas e formosas curvas e saltos altos. Um tomara que caia que mostrava os seios dadivosos. Não era gorda e sim curvilínea - passou-lhe uma cantada inusitada. Pelo menos 'inusitada' para ela. Estava no estacionamento de um hipermercado enorme, na Barra da Tijuca. Ela estacionou o carro e, logo, o negão chegou no carro dele, um Blazer nova.
    Estacionamento estava vazio talvez pelo o horário. 9 horas da manhã.
    ' Ae, dona, pago 1000 paus para botar no teu rabo. Sim... só nesta bunda carnuda. Moro aqui perto e te levo para minha cobertura e te como, depois, te trago de volta. Bunda boa... e tú é casada, né ? Maridão no trabalho nem vai saber... Me separei tem 1 mês e não vejo um rabo faz meses ! Se você topar, esperarei você aqui, após fazer a minhas compras ou você me espera. Se entrar no meu carro é porque você , óbvio, topou...'.


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  2. Ela ficou irritada com aquela cantada para lá de suja ! Chamou-a de puta na cara, de prostituta ! Virou-se sem falar nada e foi para o supermercado. Pegou o carrinho e notou que aquele homem fazia o mesmo. Passaram pelos corredores, cara a cara, e o homem nem olhou nela. Era, como disse, alto, forte, parecendo ter entre quarenta e sessenta anos de idade. Era um negro charmoso. Num momento, se viu olhando para o que interessava num homem e notou algo volumoso. Houve interesse por parte dela. Correu na seção de roupas. Achou um maiô bem cavado, branco. Bem barato. Foi com as compras e com o maiô, ainda em dúvidas. Olhava para um lado e para o outro procurando o homem que queria enraba-la. Foi para o caixa e pagou tudo. Pensava que seria usada de forma como sempre sonhou. Sim, sonhou. Queria ficar de quatro, num sofá, com espelhos que pudesse ver o macho comendo ela, falando muita sacanagem, batendo no rabo dela. Queria sentir dor mas sairia como super fêmea da experiência. O tempo estava chuvoso e o carro dela estava próximo. E o carro do negro estava ao lado. Seguranças passaram. Precisava se decidir. Foi para a trás do próprio carro, abriu o porta malas e começou a colocar todas as compras lá. Fechou o porta malhas segurando a sacola com o maiô cavadão branco. O momento era de decisão. Entrava na porta do carona da pick-up o entrava no próprio carro. Entrou na porta do carona. Corajosa ! Puta...

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    Deu chorando e gemendo, sentir dor e gozou pela primeira vez com um imenso caralho, duro feito aço, no rabo. O negro era um pequeno empresário bem sucedido com confecção e lojas na zona norte, subúrbios, e na baixada fluminense. 53 anos. Mandou ver no ouvido da rabuda enquanto socava o imenso caralho de 26 centímetros e bastante grosso, com uns 17 centímetros de circunferência. Antes, beberam, conversaram, ele 'anestesiou' o rabo dela com xilocaína, Meteu a língua na boceta, no cú dela. Depois os dedos. Ela parecia uma chacrete. Passou azeite e mandou ver mas bem devagar. Mesmo assim, ela sentiu mas gozou se vendo a ela e o amante potente. Levou as 1000 pratas. Voltou por 500. Depois, por 200. Depois, de graça. E dá, agora, tudo para ele. Não satisfeita, quis uma DP. E passou a dar para um primo dele. O encontro, sempre, no hipermercado.

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